KOHLSDORF, Maria Elaine.
A apreensão da forma da cidade. Brasília: Editora Universidade de Brasília,
1996. 253p.
O texto do livro se inicia com a importante frase de Aldo van
Eyck: “Uma casa deve ser como uma cidade – ou não é verdadeiramente uma casa;
uma cidade deve ser como uma grande casa – ou não é verdadeiramente uma cidade”
(p.15). Esse é o ponto de partida deste primeiro capítulo que estabelece
relações entre o espaço urbano e a sociedade. A autora discorre também sobre a apreensão dos lugares, que
normalmente é dada a partir de sua forma física, mas que deveriam ser
considerados outros parâmetros como a estética dos grupos sociais, as
expectativas psicossociais e as expectativas da informação. Na disciplina de Estúdio 1, recomenda-se a leitura destes dois
primeiros capítulos para que o aluno possa"observar a cidade como
arquitetura requer, portanto, que se a veja como uma modalidade do espaço
transformado por ações humanas, especificado por suas características de
extensão física, mas também de contexto histórico e traços analíticos" (p.
25).
GOMES, Renato Cordeiro.
Todas as cidades, a cidade: literatura e experiência urbana. Rio de Janeiro:
Editora Rocco, 1994. 182p.
As cidades e suas várias histórias, as cidades construídas
pelas histórias; a visão prismática, seus infinitos ângulos, as perspectivas.
As cidades atuando sobre os corpos, tornando-se corpo, gerando e sendo gerada
por textos. Cidades-textos.” Este texto foi retirado da orelha do livro de
Renato Cordeiro e apresenta do que fundamentalmente se trata este livro: cidade
e texto. O livro de registro da cidade e o livro de maravilhas da cidade são
duas partes importantes que devem ser lidas pelos alunos de estúdio 1.
CAFFÉ, Carla e BEIGUELMAN, Giselle. São Paula na Linha. São Paulo: DBA, 2000.
Com
traços peculiares e uma visão bem particular, Carla Caffé em seu livro “
São Paulo na linha” relata através de desenhos a cidade de São Paulo. O
interessante é que não existe uma vista geral da cidade nos desenhos
apresentados. Os desenhos, que representam a cidade no final do século
XX, relatam um percurso quase que imaginário trazendo a tona aquilo que
São Paula tem de mais genérico e único, colocando em foco a sua
personalidade percebida pela artista.